Livros que inspiraram Filmes – PARTE 5

Olá Meninas!!!!

Como passaram o final de semana??? Espero que bem. Vamos continuar a nossa busca pelos livros que inspiraram os filmes, alguns com muito sucesso tanto nos livros quanto nos filmes, outros com mais enfase nos livros outros nos filmes.

O Poderoso Chefão

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É um filme norte-americano de 1972 baseado no livro de mesmo nome escrito por Mario Puzo dirigido por Francis Ford Coppola. É estrelado por Marlon Brando, Al Pacino, James Caan, Robert Duvall, Richard S. Castellano, Sterling Hayden, John Marley, Richard Conte e Diane Keaton, junto com John Cazale, Talia Shire, Al Martino e Abe Vigoda. O filme conta a história da família mafiosa Corleone, desde 1945 até 1955. Teve duas sequências: The Godfather: Part II, em 1974; e The Godfather: Part III em 1990.

The Godfather ganhou três Oscars, para melhor filme, melhor roteiro adaptado e melhor ator. Também foi selecionado para preservação pelo Registro Nacional de Filmes dos Estados Unidos.

No livro, o padrinho/chefão é Don Vito Corleone, originalmente chamado “Vito Andolini”. Ao chegar à América mudou seu sobrenome reportando-se à cidade italiana de Corleone, que fica na Sicília, onde nasceu.

A história transcorre no período de 1945-55, fazendo ainda remissões à infância e adolescência de Vito Corleone 1901 – centrando sobretudo na sua ascensão de imigrante pobre a poderoso líder de uma das famílias mafiosas que partilhavam o poder no submundo de Nova York.

Existem algumas diferenças entre o livro e o filme, mas são poucos os cortes que fizeram no filme para não ficar idêntico ao livro.

A obra foi o primeiro romance a introduzir a realidade da máfia, tornando usuais termos comoomertàconsigliere, e outros, típicos da Cosa Nostra.

O Senhor dos Anéis

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É um romance de fantasia criado pelo escritor, professor e filólogo britânico J.R.R. Tolkien. A história começa como sequência de um livro anterior de Tolkien, O Hobbit (The Hobbit), e logo se desenvolve numa história muito maior. Foi escrito entre 1937 e 1949, com muitas partes criadas durante a Segunda Guerra Mundial.[2] Embora Tolkien tenha planejado realizá-lo em volume único, foi originalmente publicado em três volumes entre 1954 e 1955, e foi assim, em três volumes, que se tornou popular. Desde então foi reimpresso várias vezes e foi traduzido para mais de 40 línguas, somando os 3 livros publicados já venderam mais de 150 milhões de cópias, tornando-se um dos trabalhos mais populares da literatura do século XX. O livro já foi adaptado para o rádio, o cinema e televisão e os palcos.

O livro foi adaptado para o rádio três vezes. Em 1955 e em 1956, a BBC passou O Senhor dos Anéis, uma adaptação em doze partes da história para o rádio, da qual nenhuma gravação sobrou. Em 1979, uma dramatização da história foi transmitida nos Estados Unidos e depois colocadas em fita e CD. Em 1981, a BBC transmitiu uma nova dramatização em 26 partes de meia hora.

As adaptações para a tela incluem uma animação em 1978, quando Ralph Bakshi produziu a primeira versão em desenho animado sobre o Senhor dos Anéis. A produção não foi um sucesso. Seguindo o enredo de A Sociedade do Anel e de As Duas Torres, devia ser dividido em duas partes. O desenho tinha muitos cortes e a qualidade da animação não era muito boa, mas serviu como uma alavanca para uma maior abrangência dos livros. Porém, mesmo e principalmente entre os fãs, nunca houve grande aceitação sobre essa animação. A outra parte,O Retorno do Rei, em 1980, foi um especial animado para a TV por Rankin-Bass, que tinha produzido uma versão similar a O Hobbit em 1977.

Em 1999, o diretor Peter Jackson resolveu adaptar O Senhor dos Anéis para o cinema. A trilogia foi filmada simultaneamente, e está entre os recordes de bilheteria, além de ter acumulado dezessete Oscars, 4 para o primeiro, 2 para o segundo e 11 para o terceiro. A empresa que realizou os filmes chama-se WETA Workshop Ltd..

Os direitos dos filmes e do enredo estão em poder da Electronic Arts, para fazer jogos de computador e para videogames.

 Já houve muitas produções teatrais baseadas nos livros. Três foram apresentadas em Cincinnati, Ohio, Estados Unidos: A Sociedade do Anel (2001), As Duas Torres (2002) e O Retorno do Rei (2003). Um musical de O Senhor dos Anéis foi apresentado em 2006 em Toronto, Ontário, Canadá.

Memorias Póstumas de Brás Cubas

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 É uma irreverente adaptação da obra-prima do grande escritor Machado de Assis “Memórias Póstumas de Brás Cubas” (“Brás Cubas Memórias Póstumas”), filme brasileiro de 1985, dirigida por Júlio Bressane.

O filme baseia-se na história de um homem que fala sobre sua vida amorosa e aventuras, especialmente o seu caso com Virgília​​.

A Bela e a Fera

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É o 30º filme de animação produzido pela Walt Disney Pictures e considerado um clássico. Foi originalmente lançado nos cinemas em 22 de novembro de 1991 e é uma adaptação do conto de fadas A Bela e a Fera escrito por Jeanne-Marie Le Prince de Beaumont, que não foi creditada nessa versão do filme, em 2011, “A Bela e a Fera” voltara a ser relançado nos cinemas agora em versão Disney Digital 3-D, em comemoração aos 20 anos do filme.

As Crônicas de Nárnia

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é uma série de sete livros de romance para o público infantil, escrita pelo autor irlandês Clive Staples Lewis (conhecido simplesmente como C.S.Lewis). É a obra mais conhecida do autor, e a série é considerada um clássico da literatura infantil, tendo vendido mais de 120 milhões de cópias em 41 idiomas. Escrito por Lewis entre 1949 e 1954, e ilustrado por Pauline Baynes, as Crônicas de Nárnia foram adaptadas diversas vezes, inteiramente ou parcialmente, para a rádio, televisão, teatro e cinema. Além dos tradicionais temas cristãos, a série usa caracteres da mitologia grega e nórdica, bem como os tradicionais contos de fadas.

Ainda durante sua infância, Lewis criava ilustrações para as histórias que escrevia. Quando o livro O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa estava prestes a ser publicado, ele havia pensado na possibilidade de ilustrá-lo, mas acabou solicitando uma desenhista profissional, Pauline Baynes, que na época tinha um pouco mais de vinte anos de idade, mas que já tinha ilustrado o último livro do autor J. R. R. Tolkien (chamado de Mestre Gil de Ham). Lewis, então, decidiu que ela seria a pessoa ideal para ilustrar as pessoas e os fantásticos seres em O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa; porém ela acabou ilustrando os sete livros da série.

No Brasil, a série As Crônicas de Nárnia foi editada inicialmente pela ABU Editora, e era praticamente desconhecida até o lançamento do filme The Chronicles of Narnia: The Lion, the Witch and the Wardrobe, que fez com que os livros fossem os mais vendidos no país.

Postado por Andrea

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